sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Regina Machado está no Acre

Regina Machado ministra oficina de ‘contação’ de histórias no Acre

Assessoria agazeta.net
http://www.agazeta.net/index.php?option=com_content&view=article&id=17284:regina-machado-ministra-oficina-de-contacao-de-historias-no-acre&catid=19:acre&Itemid=145

Qui, 11 de Novembro de 2010 09:10

"Acordais: a arte de contar histórias como aprendizagem significativa" será realizada nos dias 12 e 13 de novembro, no Sesc/Centro


Era uma vez... histórias de heróis, príncipes e princesas, bruxas, monstros e seres encantados mexem com os sonhos e com a fantasia das pessoas... Na contemporaneidade, as novas tecnologias, a supremacia da imagem e as infinitas possibilidades de comunicação acabaram se impondo, e em muitos centros urbanos acabou o costume de ouvir e contar história.

Mas, engana-se quem pensa que essa prática está ultrapassada e superada pelas linguagens modernas. Quem pensa que essa atividade é reservada apenas para o público infantil, também está enganado, afinal, uma boa história encanta qualquer pessoa, independente da classe social ou da faixa etária.

Nos dias 12 e 13 de novembro, os contadores de história acreanos terão a oportunidade estar em contato com o universo dos contos tradicionais, aprimorando sua formação e sua prática de contar e ouvir histórias.

Nesta data acontecerá no Sesc/Centro a oficina "Acordais: a arte de contar histórias como aprendizagem significativa", que será ministrada pela professora Regina Machado, que com seus 30 anos de experiência, é considerada uma referência nacional no campo da contação de histórias e da Arte/Educação no Brasil.

A presença da professora Regina no Acre e a realização da oficina foi possível graças ao financiamento do Governo do Estado, através da Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour (FEM).

O patrocínio é do Lojão dos Parafusos e o apoio é da SEME/Multimeios e do Sesc. As vagas são limitadas e serão direcionadas aos agentes de leitura da Biblioteca Pública Estadual/Casas de Leitura, Centro de Multimeios da SEME, Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil (FGB), FEM e Sesc.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Stop Motion

Glitch Art

Glitch Art
Livre tradução e adaptação do texto Glitch Art disponível em < http://en.wikipedia.org/wiki/Glitch_art>.

O termo Glitch, de origem alemã, tem sua genealogia na palavra glitschig, que significa "escorregadio".
Porém, ganhou repercussão mundial quando foi usado pela primeira vez por John Glenn, em 1962,
durante evento do programa espacial norte-americano, quando utilizou a palavra para descrever
problemas que estavam tendo com circuitos.
Glitch é o termo empregado na computação e eletrônica para indicar uma falha, defeito ou pane em um
sistema. O termo também é usado na área de cibernética tornando o conceito abrangente para as falhas
em sistemas naturais. Quando ocorre Glitch em um programa, sistema ou equipamento, este apresenta
disfunções em seu funcionamento, resultando em panes na entrada ou na saída dos dados.
No campo da arte o Glitch é utilizado quando os defeitos, seja de hardware ou software, são utilizados
de forma consciente para produzir deformações em imagens e sons como proposta artística.
Historicamente, na década de 90, o termo Glitch foi primeiramente empregado no campo da música
para descrever um gênero de "barulho" experimental.
Pouco tempo depois, além dos músicos, VJ's e outros artistas visuais
começaram a adotar a falha como uma estética representativa do século 20; a era da revolução digital.
A Glitch art passou a ser um ícone subversivo do progresso tecnológico.

Glitch Art de MARILIA BOMFIM
Foto original de Sandra Buh, a Gata de "Os Saltimbancos".
















sábado, 23 de outubro de 2010

Cinema

Olá, turma!

Estou estudando sobre cinema neste bimestre. Acabo lembrando muito do Multimeios por causa do projeto "Cinema na Escola". 

Também fiquei pensativa sobre a profissão ATOR/ATRIZ! Eta, futuro estranho esse!!!

Vejam esses vídeos:


http://www.youtube.com/watch?v=YviZri3fbv4&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=xnPxq1KgCcs&feature=player_embedded#!

Trata-se do primeiro filme criado e sobre o cinema do futuro!

O primeiro vídeo:


A chegada do trem na estação é um filme francês de 1895. Foi um dos primeiros filmes a serem apresentados publicamente pelos irmãos Lumière, na cave do Boulevard des Capucines, em Paris, em 28 de Dezembro do mesmo ano.

Comenta-se que durante a primeira exibição o grupo que assistia saiu correndo da sala de exibição com medo da locomotiva que se aproximava velozmente contra eles.

Os Irmãos Lumieres foram os criadores do cinamatógrafo. Este aparelho era um híbrido, associando as funções de máquina de filmar, de revelação de película e de projecção. Por isso, os Lumiere são considerados os pais do cinema.


O segundo vídeo:

O Mundo do Futuro - Documentário Discovery (parte 1/4)

Neste documentário, dividido em quatro partes, são apresentadas novas tecnologias que estão ou estarão presentes em nosso cotidiano em um futuro próximo.

Como artistas, o vídeo nos leva a pensar nas possibilidades de utilização dessas novas tecnologias para produção da arte. Discuta sobre suas impressões no fórum desta unidade.





Beijos!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

J. Borges

“O cordel agoniza, mas não morre!”
“A mentira é que agrada o público”.
“O poeta vai captando assim do juizo dele...”
“Passar dentro do roçado”.
“Diabo, mulher e cobra é o que mais realça no cordel.”
“Eu exploro a mulher com todo respeito. Exploro muito na gravarua e no cordel também. Tudo, Todo tipo de arte de escrita de filme de qualquer coisa, respeitosamente, se não tiver uma mulher, fica uma tristeza.”
Eu considero uma gravura minha, pequena, grande e média, um filho!”
Quem faz o próprio julgamento é o povo”
“Todo mundo pensa que existe diabo. Não existe.”
J. Borges.
Aprendi muito com esse vídeo. Mas, o que eu queria saber mesmo nesse fórum é se alguém ... “Tem o folheto da cama rangindo?”
"Se agradar, agradou. Se não agradou, foi brincadeira"

Sobre o vídeo e o fórum dessa semana, do Curso de Teatro da UAB/UnB, Disciplina de Cultura Populares!
 
Olá turma!
Quantos apontamentos importantes para nossa vida!
Discussões como essas, nos ajuda a valorizar nossa cultura popular = Cultura tradicional = patrimônio imaterial.
O vídeo traz uma verdade: já está na hora do saber popular ser considerado saber científico em nossas Universidades. Os verdadeiros Mestres precisam ocupar suas cadeiras de educadores nas salas de aula onde se formam especialistas! Eles possuem o verdadeiro saber, a práxis.
José Francisco Borges J Borges, de Pernambuco nos impressiona com sua verdade, segurança no que faz e fala. Ele conhece sua arte e fala como quem a ama também.
Eu nunca tinha ouvido falar desse cordelista. O vídeo nos permite perceber realmente que se trata de um gênio do Cordel.
Muito interessante quando ele diz que, com medo de limpar cana, se dedicou a arte. Acho que o artista mora dentro de cada ser humano. O que falta para cada pessoa, é uma desculpa para encontrá-lo. Seu J. Borges a encontrou.
Com esse vídeo e associando-o também a outros artistas populares que conheço, percebi que a maioria são auto-didata. A experiência vem da experimentação. E como eles possuem uma visão abrangente! Seu J. Borges faz sérios comentários a respeito da forma de se fazer cordel do artista popular e do artista “letrado”, dá detalhes sobre como se publica e o que (e por que) mais se vende. Faz uma série de apontamentos que desconhecemos e que ele domina como ninguém. Ele é um verdadeiro Mestre, fala porque sabe, vive sua arte no dia-a-dia.
Já prestaram atenção como o artista popular é explorado por outros paízes. O Brasil, com sua visão colonialista, ainda precisa melhorar muito seu olhar para sua arte. Quando J. Borges falou das viagens ao exterior, lembrei logo do nosso saudoso Hélio Melo, que viajava o mundo com sua arte única, com sua simplicidade invejável. É biopirataria cultura!

Um cheiro!