sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Glitch Art
Glitch Art
Livre tradução e adaptação do texto Glitch Art disponível em < http://en.wikipedia.org/wiki/Glitch_art>.
Livre tradução e adaptação do texto Glitch Art disponível em < http://en.wikipedia.org/wiki/Glitch_art>.
O termo Glitch, de origem alemã, tem sua genealogia na palavra glitschig, que significa "escorregadio".
Porém, ganhou repercussão mundial quando foi usado pela primeira vez por John Glenn, em 1962,
durante evento do programa espacial norte-americano, quando utilizou a palavra para descrever
problemas que estavam tendo com circuitos.
Glitch é o termo empregado na computação e eletrônica para indicar uma falha, defeito ou pane em um
sistema. O termo também é usado na área de cibernética tornando o conceito abrangente para as falhas
em sistemas naturais. Quando ocorre Glitch em um programa, sistema ou equipamento, este apresenta
disfunções em seu funcionamento, resultando em panes na entrada ou na saída dos dados.
No campo da arte o Glitch é utilizado quando os defeitos, seja de hardware ou software, são utilizados
de forma consciente para produzir deformações em imagens e sons como proposta artística.
Historicamente, na década de 90, o termo Glitch foi primeiramente empregado no campo da música
para descrever um gênero de "barulho" experimental.
Pouco tempo depois, além dos músicos, VJ's e outros artistas visuais
começaram a adotar a falha como uma estética representativa do século 20; a era da revolução digital.
A Glitch art passou a ser um ícone subversivo do progresso tecnológico.
começaram a adotar a falha como uma estética representativa do século 20; a era da revolução digital.
A Glitch art passou a ser um ícone subversivo do progresso tecnológico.
Glitch Art de MARILIA BOMFIM
Foto original de Sandra Buh, a Gata de "Os Saltimbancos".
Foto original de Sandra Buh, a Gata de "Os Saltimbancos".
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Cinema
Olá, turma!
Estou estudando sobre cinema neste bimestre. Acabo lembrando muito do Multimeios por causa do projeto "Cinema na Escola".
Também fiquei pensativa sobre a profissão ATOR/ATRIZ! Eta, futuro estranho esse!!!
Vejam esses vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=YviZri3fbv4&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=xnPxq1KgCcs&feature=player_embedded#!
Trata-se do primeiro filme criado e sobre o cinema do futuro!
O primeiro vídeo:
A chegada do trem na estação é um filme francês de 1895. Foi um dos primeiros filmes a serem apresentados publicamente pelos irmãos Lumière, na cave do Boulevard des Capucines, em Paris, em 28 de Dezembro do mesmo ano.
Comenta-se que durante a primeira exibição o grupo que assistia saiu correndo da sala de exibição com medo da locomotiva que se aproximava velozmente contra eles.
Os Irmãos Lumieres foram os criadores do cinamatógrafo. Este aparelho era um híbrido, associando as funções de máquina de filmar, de revelação de película e de projecção. Por isso, os Lumiere são considerados os pais do cinema.
O segundo vídeo:
O Mundo do Futuro - Documentário Discovery (parte 1/4)
Neste documentário, dividido em quatro partes, são apresentadas novas tecnologias que estão ou estarão presentes em nosso cotidiano em um futuro próximo.
Como artistas, o vídeo nos leva a pensar nas possibilidades de utilização dessas novas tecnologias para produção da arte. Discuta sobre suas impressões no fórum desta unidade.
Beijos!
Estou estudando sobre cinema neste bimestre. Acabo lembrando muito do Multimeios por causa do projeto "Cinema na Escola".
Também fiquei pensativa sobre a profissão ATOR/ATRIZ! Eta, futuro estranho esse!!!
Vejam esses vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=YviZri3fbv4&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=xnPxq1KgCcs&feature=player_embedded#!
Trata-se do primeiro filme criado e sobre o cinema do futuro!
O primeiro vídeo:
A chegada do trem na estação é um filme francês de 1895. Foi um dos primeiros filmes a serem apresentados publicamente pelos irmãos Lumière, na cave do Boulevard des Capucines, em Paris, em 28 de Dezembro do mesmo ano.
Comenta-se que durante a primeira exibição o grupo que assistia saiu correndo da sala de exibição com medo da locomotiva que se aproximava velozmente contra eles.
Os Irmãos Lumieres foram os criadores do cinamatógrafo. Este aparelho era um híbrido, associando as funções de máquina de filmar, de revelação de película e de projecção. Por isso, os Lumiere são considerados os pais do cinema.
O segundo vídeo:
O Mundo do Futuro - Documentário Discovery (parte 1/4)
Neste documentário, dividido em quatro partes, são apresentadas novas tecnologias que estão ou estarão presentes em nosso cotidiano em um futuro próximo.
Como artistas, o vídeo nos leva a pensar nas possibilidades de utilização dessas novas tecnologias para produção da arte. Discuta sobre suas impressões no fórum desta unidade.
Beijos!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
J. Borges
“O cordel agoniza, mas não morre!”
“A mentira é que agrada o público”.
“O poeta vai captando assim do juizo dele...”
“Passar dentro do roçado”.
“Diabo, mulher e cobra é o que mais realça no cordel.”
“Eu exploro a mulher com todo respeito. Exploro muito na gravarua e no cordel também. Tudo, Todo tipo de arte de escrita de filme de qualquer coisa, respeitosamente, se não tiver uma mulher, fica uma tristeza.”
Eu considero uma gravura minha, pequena, grande e média, um filho!”
Quem faz o próprio julgamento é o povo”
“Todo mundo pensa que existe diabo. Não existe.”
J. Borges.
Aprendi muito com esse vídeo. Mas, o que eu queria saber mesmo nesse fórum é se alguém ... “Tem o folheto da cama rangindo?”
"Se agradar, agradou. Se não agradou, foi brincadeira"
Sobre o vídeo e o fórum dessa semana, do Curso de Teatro da UAB/UnB, Disciplina de Cultura Populares!
Olá turma!
Quantos apontamentos importantes para nossa vida!
Discussões como essas, nos ajuda a valorizar nossa cultura popular = Cultura tradicional = patrimônio imaterial.
O vídeo traz uma verdade: já está na hora do saber popular ser considerado saber científico em nossas Universidades. Os verdadeiros Mestres precisam ocupar suas cadeiras de educadores nas salas de aula onde se formam especialistas! Eles possuem o verdadeiro saber, a práxis.
José Francisco Borges J Borges, de Pernambuco nos impressiona com sua verdade, segurança no que faz e fala. Ele conhece sua arte e fala como quem a ama também.
Eu nunca tinha ouvido falar desse cordelista. O vídeo nos permite perceber realmente que se trata de um gênio do Cordel.
Muito interessante quando ele diz que, com medo de limpar cana, se dedicou a arte. Acho que o artista mora dentro de cada ser humano. O que falta para cada pessoa, é uma desculpa para encontrá-lo. Seu J. Borges a encontrou.
Com esse vídeo e associando-o também a outros artistas populares que conheço, percebi que a maioria são auto-didata. A experiência vem da experimentação. E como eles possuem uma visão abrangente! Seu J. Borges faz sérios comentários a respeito da forma de se fazer cordel do artista popular e do artista “letrado”, dá detalhes sobre como se publica e o que (e por que) mais se vende. Faz uma série de apontamentos que desconhecemos e que ele domina como ninguém. Ele é um verdadeiro Mestre, fala porque sabe, vive sua arte no dia-a-dia.
Já prestaram atenção como o artista popular é explorado por outros paízes. O Brasil, com sua visão colonialista, ainda precisa melhorar muito seu olhar para sua arte. Quando J. Borges falou das viagens ao exterior, lembrei logo do nosso saudoso Hélio Melo, que viajava o mundo com sua arte única, com sua simplicidade invejável. É biopirataria cultura!
Um cheiro!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sobre Ilo Krugli
Gostaria de me aventurar a falar de Ilo Krugli!
De 14 à 31 de maio, o governo do Estado do Acre promoveu a “Festival Vento Forte”, através da Usina de Arte João Donato. Ainda é possível assistir uma série de vídeos no You Tube sobre esse evento (digitando “Festival Vento Forte Acre”). Assim foi possível conhecer de perto o trabalho desse renomado ator, dramaturgo e diretor teatral.
O porquê da realização do “Festival Fentoforte” ninguém ficou sabendo ao certo. Alguns afirmam que o festival foi realizado para que o acriano tivesse contato com o verdadeiro teatro; outros afirmaram que eles vieram para contribuir com o curso de teatro da Usina. Há quem diga que essa foi a forma encontrada para ensinar os aristas a fazer teatro. A classe artística está até hoje se perguntando por que o governo não promove também um festival com as produções locais? Chega a ser engraçado! Bom, essas conversas fizeram com que muitas pessoas não acompanhassem o “Festival Ventoforte”.
Independente desse fato, eu assisti todos os espetáculos do Ilo, porque sei que não há motivo forte o suficiente que justifique a um artista não apreciar o trabalho desse renomado amante do teatro. Assisti duas vezes às peças “Bodas de Sangue” e “Se o Mundo fosse Bom o Dono Morava Nele”. Lindas!
Eu e o Dinho convidamos Ilo e seu grupo para jantar em nossa casa. Passei a noite toda com vontade de tirar uma foto com ele, mas fiquei envergonhada de pedir. Comemos moqueca de peixe, regada à muita conversa. Ilo é sinônimo de simplicidade e alegria. Fala de teatro a noite inteira e não se cansa! É uma delícia ouvi-lo!
Quando assistimos as montagens de Ilo, a primeira palavra que me vem à mente é “poesia”. Ele parece querer casar o teatro com a poesia! Seus recursos cênicos são simples e se repetem em diferentes espetáculos. Usa e abusa dos tecidos e dos quatro elementos da natureza: terra, fogo, água e ar. A música também está presente e em muitas peças o público participa literalmente das cenas. Eu mesma e meu filho José Neto, fizemos muito pão na peça “Mistério no Fundo do Pote”.Acredito que todos esses aspectos do trabalho de Ilo servem de referência para o trabalho com teatro na sala de aula. Aprendemos que não é preciso complicar na hora de cria e encenar. Tudo pode partir do simples, objetivando alcançar o que a arte tem de melhor.
******************************
Ilo Krugli, segundo a Wikpédia:
Ilo Krugli Buenos Aires - dezembro de 1930. Diretor,ator, artista plástico e escritor. Muda-se para o Brasil em 1960, é naturalizado brasileiro desde 1961. Primeiro trabalha na cidade do Rio de Janeiro e depois reside em São Paulo, a partir de 1980. Uma das principais figuras do teatro para crianças no Brasil, é também o fundador de um dos mais importantes grupos teatrais da história artística do Brasil - o Ventoforte.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilo_Krugli
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Carta ao Multimeios
Quando me expresso no palco tenho consciência do contexto onde estou inserida e sei exatamente o que acontecerá em seguida! Então, falar é muito simples! Penso, sinto e falo. Pronto! Mas, na vida as situações não permitem ensaios.
Antes de falar surge um medo de cometer injustiça ao mencionar o nome de alguém e esquecer outro, de chorar no meio da fala e estragar a alegria ou simplesmente de não conseguir expressar o todo. Nem sempre sabemos por que merecemos tantas coisas boas.
Hoje, me senti homenageada por um grupo de pessoas que convivo diariamente. Confesso que fiquei desconcertada. Achei mais fácil “disfarçar” que estava tudo bem, que tudo era comum e natural. Difícil mesmo foi falar!
Como dizer as palavras certas, com a certeza de que elas sairiam com a intensidade do sentimento daquele momento?
É difícil imaginar ser possível improvisar um discurso capaz de dizer “Muito obrigada pelo carinho, respeito, confiança...”. Sem ensaio ficou difícil arriscar!
Sei que estou longe de ser merecedora de tanto carinho, mas eu quero dizer agora, aqui nessa parede, mesmo sem ensaio: muito obrigada! Valeu. Que o Senhor Jesus Cristo retribua em dobro tudo aquilo de bom que vocês desejaram para mim, nos meu aniversário de 35 anos de idade.
Um cheiro!
De Marilia,
Para o Multimeios!
Rio Branco-Acre, 08 de setembro de 2009
23 horas.
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